Outras Noites
Gaudeat illa domus, quando bonus est ibi promus

01/02/2005 - 01/09/2005 01/09/2005 - 01/16/2005 01/30/2005 - 02/06/2005 03/13/2005 - 03/20/2005 04/03/2005 - 04/10/2005 04/10/2005 - 04/17/2005 04/17/2005 - 04/24/2005 04/24/2005 - 05/01/2005 05/01/2005 - 05/08/2005 05/08/2005 - 05/15/2005 05/15/2005 - 05/22/2005 05/22/2005 - 05/29/2005 05/29/2005 - 06/05/2005 06/19/2005 - 06/26/2005 07/10/2005 - 07/17/2005 08/21/2005 - 08/28/2005 10/09/2005 - 10/16/2005 10/16/2005 - 10/23/2005 01/15/2006 - 01/22/2006 02/19/2006 - 02/26/2006 03/26/2006 - 04/02/2006 04/02/2006 - 04/09/2006 04/16/2006 - 04/23/2006 04/30/2006 - 05/07/2006 07/02/2006 - 07/09/2006 08/20/2006 - 08/27/2006 02/18/2007 - 02/25/2007 09/30/2007 - 10/07/2007 10/07/2007 - 10/14/2007 12/09/2007 - 12/16/2007



FORNECEDORES e RECOMENDADOS

Da primeira Musa, jamais se esquece
Rainha do Passado
Perfeita em sua eterna Bizarrice
Rainha do Presente
Irresistível Pecadora
Rainha Absoluta do Futuro
SM Templates
Macromedia
Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com




Ego
Gaudium est miseris socios habere poenarum






Underworld














sexta-feira, janeiro 14, 2005


Se é pecado, eu não sei (eu não manjo de pecados, sou apenas um pecador involuntário, ainda que assíduo). Mas que é um pensamento agradável, lá isso é.
Primeiro, temos a fantasia com a professora. Essa eu realizei até demais, chegando a ficar noivo da danada. Foi ótimo termos terminado, mas não posso esquecer os pontos positivos. Sexualmente falando (e acredito que somente nesse ponto), foi bastante aproveitável. Todas as minhas taras e fetiches devem ter tomado forma nessa época.
Depois, temos a prima. Fantasia com prima também é um clichê, mas quem não gostaria? Demorou para que eu tivesse uma oportunidade (porque, convenhamos, não tinha opções relevantes em matéria de prima). E quando ela apareceu, não fomos exatamente até onde eu queria. Mas como o que vale mesmo é a brincadeira que nasce nos nossos ferozes cérebros, não posso reclamar.
Por fim temos o pensamento agradável que eu mencionei anteriormente. A vizinha.
Fantasia com vizinha é tremendamente lugar comum. Todo mundo sonha ou deseja (ou, sortudos, têm) uma vizinha gostosa.
Eu não tive por longos anos. Tudo bem que a professora morava na rua de cima, mas aí não vale. Nada de fantasia “combo duplo”, o que vale é curtir uma de cada vez.
Quando ela apareceu, foi até engraçado. Ela realmente era interessante e de uma idade muito próxima. Gostei logo de cara (ora, belas pernas me derrubam sempre, sem chance de defesa).
Eu nunca fui de conversar muito com o pessoal da rua. Na verdade, eu não era de conversar nada. Daí que até achavam que eu era um cara sério (ora, faça-me o favor, rs). Mas, olha só que coisa, acabei me dando super bem com ela. Onde quer que nos encontrássemos (e nunca era na nossa própria rua), rolava um papo delicioso, divertido e, convenhamos, cheio de segundos sentidos. As fofoqueiras da rua já nos casaram algumas vezes. Educados, acompanhamos um à casa do outro, uma vez de cada um.
Nunca rolou nada além desse papo delicioso.
Nada.
Uma pena.
Estamos sempre brincando onde iremos morar, quantos filhos, que hora vamos chegar em casa, idiotices assim. É tão bobo e tão absurdamente gostoso.
Por que será que as fantasias sempre parecem tão interessantes?
Não é contínuo, passamos várias semanas, meses sem nos esbarrarmos. Mas, toda vez que nos encontramos assim por acaso, fica um “As If” pairando no ar.
Não sei se um dia a convidarei de uma vez para sair e ver no que daria. Não sei se ela aceitaria. Não sei se quero isso.
Só sei que é sempre gostoso encontrá-la.
Por que quebrar a fantasia?

Delirado e vociferado por Karl Ruprect Kroenen, 1:58:00 PM .

|


quinta-feira, janeiro 13, 2005


E tem também aqueles dias em que nada está realmente errado, nem realmente chato, nem realmente incômodo.
É verdade.
Mas você sente que alguma coisa, de algum modo, não está exatamente no lugar.
E aí fica se perguntando se não é VOCÊ MESMO quem está perdidamente fora do lugar.
É aquela vontade de ficar em casa dormindo. Não por desespero ou tristeza, sabe?
Só a vontade de não pensar (perceba, isso é fundamental), e ficar lá, na cama, dormindo.
Bom, pode ser só sono mesmo...




Não pode?
O_o

Delirado e vociferado por Karl Ruprect Kroenen, 4:03:00 PM .

|


quarta-feira, janeiro 12, 2005


Interessante.
Na verdade, bizarro. Assustadoramente bizarro?
Não basta ele conseguir mulheres que explodem a libido de qualquer um, como Rose e Dita.
Não.
Ele precisa parecer uma prostituta exótica em "Long Hard Road Out Of Hell"? Sou só eu ou nesse clip ele/a é mesmo erótico, sensual? Sou só eu quem vê isso ou está, de um modo que até me surpreende observar, bonitA?
Como ele consegue isso?
Se não consegue, então sou eu quem precisa lidar melhor com meu apetite sexual.


Eu preciso de uma semana intensa de luxúria...

Delirado e vociferado por Karl Ruprect Kroenen, 1:37:00 PM .

|


segunda-feira, janeiro 10, 2005


Quer saber?
Foda-se todo e qualquer problema de merda que cruzar meu caminho.
Foi uma merda ver os dois tratando de dinheiro. No final das contas, não sou tão maduro assim (mas também, eu não pensava mesmo que fosse). E ainda são e serão sempre meus pais.
Essa é a merda total, eu acho.
Vaca imunda filha de uma puta, mentirosa sem caráter, vadia ordinária. Ainda é pouco para aquela ignorante egoísta a quem meu pai virá a chamar de mulher. Usando os nossos sentimentos para corroer a já frágil relação da família com meu pai.
Estúpido ele também, que se deixa levar por tão pouco.

Arrumar o quarto tem dessas coisas: você não arruma porra nenhuma. Só acabei espalhando minha coleção de bonecos por todos os cantos. Fui dormir no colchão, no chão.
Não me arrependo.
Saudade de quando eu podia ficar brincando com os heróis da infância, sem maiores preocupações. Ah, se eu tivesse mais tempo hoje em dia...
Por que paramos de brincar, afinal de contas??? Onde estávamos com a cabeça???

No armário, roupas amassadas para todos os lados. Puxo a sacola como quem procura mesmo alguma coisa, mas no fundo eu sei muito bem onde estou indo. Meus dedos tocam os saltos brancos dela. Depois, sentem a maciez de sua camisola. Perdidos entre as minhas coisas, estão aqueles símbolos sensuais da presença dela. Sinto seu cheiro no tecido vermelho e leve. Isso é o suficiente para enlouquecer absurdamente os meus sentidos. As semanas demoram muito a passar, os finais são rápidos como um raio. E eu não consigo imaginar melhor passatempo do que lamber o suor que escorre nas curvas úmidas do corpo dela.
Se eu pudesse, minha vida seria enterrado dentro dela, uno em nível molecular. Carne macia é, no final das contas, meu paraíso particular.

Delirado e vociferado por Karl Ruprect Kroenen, 2:26:00 PM .

|