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Da primeira Musa, jamais se esquece
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Underworld
Quer saber?
No final, em nem me dou mais ao trabalho de justificar os atos condenáveis.
Faculdade, trabalho, família, vida social... que diabos adianta manter regradas todas estas estruturas se é no meu universo particular que residem às esferas que realmente me interessam?
Se eu pudesse, passava muito mais tempo dormindo e lendo do que fazendo qualquer outra coisa. Passava muito mais tempo comigo mesmo.
Sim, esse desinteresse pela vida pode ser patológico.
Mas ninguém tem dúvida de que o tedioso cotidiano é incrivelmente doentio (exceto para aqueles abraçadores de árvore ignorantes de merda, afogados em contos da carochinha pseudo-religiosos, anestesia fácil para qualquer um com um QI de ameba).
Ia sobrar tempo para tirar longos cochilos.
E mesmo isolado do resto, ia faltar tempo para ler tudo o que eu quero.
Frustrante perceber que a vida não nos dá tempo suficiente para tornar a experiência verdadeiramente válida.
