Outras Noites
Gaudeat illa domus, quando bonus est ibi promus

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Ego
Gaudium est miseris socios habere poenarum






Underworld














quarta-feira, maio 03, 2006


Selecionei os textos, escrevi algumas palavras também.
Juntei as coisas que eram dela e preparei em uma sacola bonita.
A foto, aquela mesmo que carregava já fazia algum tempo, coloquei-a no envelope com as mensagens.
Escolhi o dia e o horário certo, em que ela não poderia estar.
Liguei para confirmar.
Estava.
Mantive o plano original e fui direto entregar.
Enquanto me apertava na lotação, todos os leões na África empinaram seus narizes em minha direção, sentindo o doce cheiro do medo.

Comprei um chiclete e mastiguei-o nervosamente.
Em poucos minutos isso terá acabado e será como se nada tivesse acontecido, repeti mentalmente, várias vezes, como se fosse um mantra.
Pediu que eu subisse.

Conversamos sobre portas.
As de ferro, enferrujam.
As de madeira, apodrecem.
Quatro anos depois, quatro meses depois.
Nossa conversa resumindo-se a comparar mofo e ferrugem.
Ri.

Voltei para a lotação.
Nada mudou? Tudo mudou?
O que mudou?
Não importa a origem, de alguma forma brotou certo alívio, tenra felicidade.
Não importa a origem!

Saboreio totalmente a inesperada graça.
Não sei quanto durará, se é início ou final de algo.
Se fica e frutifica ou se se esvai amanhã.
Não importa.
Como a personagem da parábola, este morango eu vou degustar demoradamente, de olhos fechados, sem me preocupar com o que virá depois.

Delirado e vociferado por Karl Ruprect Kroenen, 6:27:00 PM .

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segunda-feira, maio 01, 2006


Nascemos sozinhos.
Morremos sozinhos.
Agora, em que o ódio e a amargura queimam fundo, é sozinho que eu as sinto.
Sozinho, terei que me livrar delas.
Levante!
Caminhe!
Estabeleça seu próprio rumo!
Reencontre ou faça novas metas!
A alegria, eu a acharei novamente.
E não será nos braços de ninguém:
Será na minha própria realização.
Morremos sozinhos.
Renascemos sozinhos.

Delirado e vociferado por Karl Ruprect Kroenen, 9:45:00 PM .

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